Da Lenha ao Violão: Árvore Toca Corações Antes Mesmo de Virar Música

Com a narrativa acolhedora da escritora premiada Jania Souza, obra sensibiliza o leitor infantil sobre a preservação da natureza por meio da personificação de árvores e plantas

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Assim como nos contos de fadas, o lançamento infantil O Jovem Lenhador e o Violão começa com “Era uma vez”. A diferença é que a protagonista não é uma princesa, e sim uma árvore.  A escritora Jania Souza empresta sentimentos humanos para o mundo vegetal com o objetivo de sensibilizar os pequenos leitores sobre a necessidade de preservar a natureza.

A árvore criada por Jania era conhecida por ser a herdeira das nobres qualidades e características imunes aos ataques de cupins e brocas. Tudo muda quando a floresta é atacada por lenhadores, já que por sua mobilidade nada poderia fazer para evitar o seu fim.

“E as árvores, bem, essas não puderam fazer nada, pois não se moviam, nem falavam. Ficaram mais estáticas do que já eram ao compreender, constrangidas e apavoradas, que os homens eram... lenhadores. Exterminadores de árvores! Entenderam que a sorte, a felicidade e a paz reinante haviam acabado.”

(O Jovem Lenhador e o Violão, pág. 16)

O inevitável aconteceu: a árvore especial foi cortada. Contudo, antes de virar lenha, um jovem músico e lenhador sai em defesa e consegue salvar a melhor parte da planta, o coração. É desta forma que a essência da árvore ressurge como um violão, agora não mais muda e inerte, e sim cheia de voz e sensibilidade.  

Além de O Jovem Lenhador e o Violão, Jania é autora de outras 17 obras. “Entre Quatro Paredes”, uma das produções foi destaque no Prêmio World Art Friends 2010, concedido pela Corpos Editora de Portugal.

Ficha Técnica:

  • Título: O Jovem Lenhador e o Violão
  • Autor: Jania Souza
  • ISIN: 978-85-54219-01-7
  • Páginas: 56 páginas
  • Formato: 28 x 20
  • Preço: R$ 30,00
  • Venda:  Editora B3S

Sinopse: Em uma floresta feliz vivia uma árvore de madeira de lei. Certo dia, para espanto dos habitantes, a floresta foi invadida por homens, eram lenhadores. Foi um corre-corre, porém a árvore teve que permanecer em sua imobilidade e observar constrangida e chocada a destruição da natureza, sua casa. Ela passa a ser cortada, contudo, antes de seu extermínio através do sepultamento como lenha, um jovem lenhador sai em sua defesa e consegue salvar sua melhor parte, o coração. Esse lenhador também é músico e construtor de violões e faz ressurgir, no que sobrou da árvore, a sua essência (alma) no corpo de um sonoro violão. Então a árvore sem ressentimentos pode se confraternizar com a humanidade. Esse conto aborda de forma lúdica a necessidade da preservação da natureza para o futuro do planeta e do homem e da utilização racional dos recursos naturais sensibilizando o leitor a partir da infância.

Sobre a autora: Jania Souza nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte. É escritora, poeta, artista plástica e articuladora cultural, tem 18 livros publicados. Bacharel em Ciências Econômicas e também Ciências Contábeis pela UFRN.

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